Não
diga nada. Sinto o desejo mas a vontade recua. Silêncio. Tempo desfavorável.
Sempre. O desejo de praticar mudanças já mil vezes sonhadas por vozes
sussurradas que miam e se escondem, e miam um pouco mais alto (porque não há
mais ninguém ouvindo), e sussurram novamente (porque agora há alguém atrás da
porta indevidamente), mas a vontade (quase) recua. A vontade de (tudo) esquecer
e continuar assim, como jamais deveria ser – porque quase (nada) poderia fazer
(sentido) em um mundo repleto de ignorâncias, solidões, preconceitos e
desinformação mesclados à arrogância de supor tudo compreender e
_
Cosa suggerisci?
_
Suggerisco che legga.
_
Cosa faresti se fossi in me?
_
Leggerei lo specchio stregato.
Vedi
questo brano:
“Lo
sa quanto male ci facciamo per questo maledetto bisogno di parlare. Finché
dentro di noi c’è un’incertezza, si dovrebbe stare con le labbra cucite. Si
parla; non sappiamo neanche noi quello che diciamo...”
Ciascuno a suo modo, Luigi Pirandello
_ Ciao! Come stai?
_ Bene, grazie. E tu?
_
Bene, bene. E le tue gatte, come stanno?
_
Stanno tutte e due bene. E il tuo cane?
_
Così, così, lo sai, sta ingrassando molto, non so cosa fare, forse cercherò un
veterinario o psicologo, che ne pensi?
_ Sì,
buona idea...
_ E
tu, dimmi, stai ancora leggendo la raccolta delle opere teatrali di Pirandello?
_ Sì!
È stato un bel regalo che ho ricevuto per il Natale e siccome sono in vacanza
posso leggerle tutte...
Fragmentos
de personalidades particionadas. Procure um psicólogo ou mude de cidade. Tempo
desfavorável a viagens. Calor extremo e falta de chuvas. Sede e protestos em
Paris. Manifestações felinas silenciosas a favor de melhorias no universo. O
universo conspira a meu favor. Não sou humana. Sou fada. Não existo para muitos
que não crêem na veracidade de minha existência. Mas não sou a única entre as
fadas. Continuamos existindo, silenciosamente, discretamente, voando por aí,
pousando às vezes por períodos indeterminados, a favor da paz entre as coisas
todas e a favor do isolamento dos elementos desagregadores de paz – mas,
sinceramente, para uma fada (às vezes) foda-se o mundo humano...
Ce ne
infischiamo... Me ne frego... Capisci?... Capite, tutti voi?...
Afinal,
podemos viver ou pousar onde quisermos, sem limites de fronteiras ou costumes
sociais, pois em todos lugares para muitos humanos nem sequer existimos e por
isso (vivendo à parte) somos inteiramente livres para escolher um sim ou não ou talvez ou nunca mais ou sempre...
Liz
Christine

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